O meu rimar

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Certa vez, ao sentar-me diante do computador
Veio à lembrança um antigo amor
Há quanto tempo não escrevo?
Oh,Deus,amarga dor!
Rimo,pois,então
Com os olhos fúlgidos de paixão
Rimo com leveza,
Um doce eco espanta qualquer tristeza
E para aqueles que no coração têm amargura,
Rimo assim,com ardores, ternuras
Para que rimar?
Para colorir as figuras
Verde,azul,anil
Tenho para contar histórias mil
Pelos que não compreenderam,ainda
Que o perdão a mim seja concedido
Uma vez que o poema em meu sangue está contido
E quanto à próxima rima?
Que seja ela linda,bem-vinda
Posso sentir,gritar e pensar
Ah,como amo o meu rimar!

Natália Monte

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A paixão pela escrita sempre foi característica de Natália Monte: alagoana de gênio forte, começou a escrever quando criança, e o envolvimento com as letras só aumentou com o passar dos anos. Escreve o que pensa, o que vê e o que sente. Descreve através desta página a maneira singular com a qual vê o mundo, sua proposta é justamente expor tal universo particular, ou melhor, seu "reino". E como em todo conto infantil os reis são a autoridade máxima, a autora brinca: " Um dia, fui rei!". Rei de suas ideias, aspirações, e do colorido único que só sua imaginação tem.

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