Cirandas, serestas e ardores

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Ah, que deleite acordar para o sol,
Mostrar-lhe os dentes,
E viver, contente,
Com a alegria de um farol
Avistando o poente

Ah, quanto vigor
Sentir o vento,o perfume da flor
Ouvir o cantar das ondas
E dançar cirandas
Até o sol se pôr


Ah, quanta cor!
Vejam as conchas do mar,
Com seus mistérios a enfeitar
As areias com ardor


Ah,maravilha!
Sentir as florestas,
Seguir sem trilha
E viver serestas!

Ah,quanto amor
Sinto nas veias
Ao ver o céu sorrir
E na paz me aconchegar,
Dormir.

Natália Monte

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A paixão pela escrita sempre foi característica de Natália Monte: alagoana de gênio forte, começou a escrever quando criança, e o envolvimento com as letras só aumentou com o passar dos anos. Escreve o que pensa, o que vê e o que sente. Descreve através desta página a maneira singular com a qual vê o mundo, sua proposta é justamente expor tal universo particular, ou melhor, seu "reino". E como em todo conto infantil os reis são a autoridade máxima, a autora brinca: " Um dia, fui rei!". Rei de suas ideias, aspirações, e do colorido único que só sua imaginação tem.

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