Num só nó

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Quando em triste,
Sigo firme, 
Olho o céu. 

Sonhos meus,
Nas estrelas,
Apogeu.

Solidão faz-se só 
E também chora não,
Faz-se junta num  só nó,
Não abala coração.

Medos vão,
Calma vem, 
Ficam só, ficam bem
Apertam-se as mãos.

Só o céu, magnitude
Acalma alma minha
Até que tudo mude
Colhe a uva, fica a vinha. 

E o tempo sopra, vento
Contornando as areias
Sentado, atento 
Ministrando sereias.


Natália Monte

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A paixão pela escrita sempre foi característica de Natália Monte: alagoana de gênio forte, começou a escrever quando criança, e o envolvimento com as letras só aumentou com o passar dos anos. Escreve o que pensa, o que vê e o que sente. Descreve através desta página a maneira singular com a qual vê o mundo, sua proposta é justamente expor tal universo particular, ou melhor, seu "reino". E como em todo conto infantil os reis são a autoridade máxima, a autora brinca: " Um dia, fui rei!". Rei de suas ideias, aspirações, e do colorido único que só sua imaginação tem.

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