Quiçás

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Quiçás um dia,
Mereças um verso,
Com letra fria
E teu nome impresso.

Vez que versos preciosos são,
Não podem ser ditos em vão
Então hei de esperar , paciente
Até ganhares meu coração.

Quiçás um dia,
Dedicarei a ti meu riso,
E com tamanha alquimia,
Não enxergarei onde piso.

Quiçás um dia,
Serás meu pranto,
Serás meu tudo,
Serás espanto.

Quiçás um dia,
Serás meus nervos,
Serás minhas dúvidas,
Serás meus medos.

Quiçás o que?
Enquanto te espero,
Aguardo, austero
Até poder te ter.

Natália Monte

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A paixão pela escrita sempre foi característica de Natália Monte: alagoana de gênio forte, começou a escrever quando criança, e o envolvimento com as letras só aumentou com o passar dos anos. Escreve o que pensa, o que vê e o que sente. Descreve através desta página a maneira singular com a qual vê o mundo, sua proposta é justamente expor tal universo particular, ou melhor, seu "reino". E como em todo conto infantil os reis são a autoridade máxima, a autora brinca: " Um dia, fui rei!". Rei de suas ideias, aspirações, e do colorido único que só sua imaginação tem.

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