O frevo

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Quanta cor, minha gente!
As sombrinhas gritam lá na frente,
Anunciando em boa voz
Que o frevo está entre nós

Frevo do Leão do Norte,
Que ruge a história do povo,
E o homem, quer seja a sorte,
Vem de longe, dançar de novo

Recife, beleza maior
Pula toda em um pé só,
Quando o frevo passa,
Contagia, tudo é graça 

Que seria do carnaval sem frevo?
Seria azedume, a morte anunciada,
Tirar de um povo o cortejo
Das raízes, cultura herdada

Abram alas, minha gente!
Deixem o frevo seguir ardente,
E a alegria propagar,
É tempo de rir, é tempo de brilhar. 

Natália Monte

Developer

A paixão pela escrita sempre foi característica de Natália Monte: alagoana de gênio forte, começou a escrever quando criança, e o envolvimento com as letras só aumentou com o passar dos anos. Escreve o que pensa, o que vê e o que sente. Descreve através desta página a maneira singular com a qual vê o mundo, sua proposta é justamente expor tal universo particular, ou melhor, seu "reino". E como em todo conto infantil os reis são a autoridade máxima, a autora brinca: " Um dia, fui rei!". Rei de suas ideias, aspirações, e do colorido único que só sua imaginação tem.

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