Confissões de um poeta

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Podem até duvidar, 
Mas com pouco, chego ao céu 
De tudo que o mundo pode dar, 
Dê-me apenas lápis e papel

Na verdade, não sei
Se poeta é mesmo bobo,
Se alegra-se com pouco 
Se de seu mundo é rei 

Não sei ao certo
O que me impulsiona
Vez que o lápis esteja perto,
Minha palavra emociona

E sai, faceira, 
Quando dou-me conta,
Está ela, já pronta, 
A poesia que me sondou a noite inteira

Poeta não escreve poesia,
Ela é quem escolhe seu dono,
Tem vida própria, maestria, 
Vem à luz traçada em plano.

Natália Monte

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A paixão pela escrita sempre foi característica de Natália Monte: alagoana de gênio forte, começou a escrever quando criança, e o envolvimento com as letras só aumentou com o passar dos anos. Escreve o que pensa, o que vê e o que sente. Descreve através desta página a maneira singular com a qual vê o mundo, sua proposta é justamente expor tal universo particular, ou melhor, seu "reino". E como em todo conto infantil os reis são a autoridade máxima, a autora brinca: " Um dia, fui rei!". Rei de suas ideias, aspirações, e do colorido único que só sua imaginação tem.

3 comentários:

  1. Muuuito booom *-* vc ta escrevendo cada vez melhor

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  2. Olá, adorei seu blog, sua escrita. Posso passar horas vendo suas palavras e até acho que algumas combinam comigo. Meus parabéns! :)

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