Prodígio

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Não é fácil saber 
Que teu olhar cintilante
Não mais hei de ver ,
Menino terno , infante

Mas, não, não te foste
Estás mais perto do que imagino,
Tudo que disseste, doce, 
Modificou meu destino

Poucos cultivam amigos
Tão bons quanto tu foste,
E o és, e hás de ser, mesmo que antigo,
Pois o amanhã vem depois de hoje

Ah, meu camarada!
Lacunas deixaste, viste? 
Mas não mais ficarei triste,
Teu sorriso vai ser minha alvorada! 

Saudades de ti, prodígio. 







Natália Monte

Developer

A paixão pela escrita sempre foi característica de Natália Monte: alagoana de gênio forte, começou a escrever quando criança, e o envolvimento com as letras só aumentou com o passar dos anos. Escreve o que pensa, o que vê e o que sente. Descreve através desta página a maneira singular com a qual vê o mundo, sua proposta é justamente expor tal universo particular, ou melhor, seu "reino". E como em todo conto infantil os reis são a autoridade máxima, a autora brinca: " Um dia, fui rei!". Rei de suas ideias, aspirações, e do colorido único que só sua imaginação tem.

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