Positivo

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                   Na natureza, tudo muda. E não me refiro apenas às teorias darwinistas. Larvas viram borboletas, crianças tornam-se adultos, e a brisa do verão não é a mesma do inverno. A vida é uma sucessão de ciclos, e, talvez, vivê-la bem seja saber aproveitar cada fase. Viver é descobrir-se, conhecer sua própria personalidade, seus gostos e desejos. Viver bem, talvez, seja soltar-se de suas correntes, e não ter medo de ser quem se é. Viver bem é perder preconceitos, e mergulhar no mar de possibilidades que cada dia proporciona.
                   Nós, homens e mulheres, temos o privilégio de poder recomeçar do zero todas as vezes em que abrimos os olhos. Não existem desculpas válidas, nem empecilhos verdadeiramente relevantes: somos quem queremos ser. Hoje, eu posso ter acordado triste, no entanto, posso escolher entre continuar assim ou fazer deste dia o mais feliz de todos. Tudo é uma questão de escolha, e é através delas que evoluímos.
                    Nunca é tarde para mudar! Podemos fazer da nossa realidade o que quisermos. O que quero dizer com tudo isso é que é normal errar, "pisar na bola", afinal, somos humanos. Mas, o fato de o sermos não justifica a persistência nos mesmos atos errôneos. Já fui de me martirizar por escolhas não tão sensatas que fiz ao longo de minha existência, porém, vejo, agora, que precisei de tais escolhas para conseguir me corrigir, e me tornar um ser melhor, mais sereno.
                 Não se condenem! É sempre bom mudar os ares, e aprender um pouco mais sobre quem se é. Viver bem, talvez, também seja saber se perdoar! A autoflagelação não faz bem a ninguém, não traz bons frutos. É preciso se ter  audácia suficiente para se permitir a situações diversas, inusitadas, e ver o que elas trazem de construtivo. Pior que o medo de fazer algo, é arrepender-se de não o ter feito. Não deixem que suas vidas sejam regidas por arrependimentos, afinal, viver é arriscar-se.

Natália Monte

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A paixão pela escrita sempre foi característica de Natália Monte: alagoana de gênio forte, começou a escrever quando criança, e o envolvimento com as letras só aumentou com o passar dos anos. Escreve o que pensa, o que vê e o que sente. Descreve através desta página a maneira singular com a qual vê o mundo, sua proposta é justamente expor tal universo particular, ou melhor, seu "reino". E como em todo conto infantil os reis são a autoridade máxima, a autora brinca: " Um dia, fui rei!". Rei de suas ideias, aspirações, e do colorido único que só sua imaginação tem.

Um comentário:

  1. Muito bom Natália!
    Nada como falar consigo mesmo e ainda mais nesse tom!

    Forte Abraço Garota! :D

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